Olá amigos...

Sei muito bem que esse assunto de "proteger o meio ambiente" incomoda muita gente.
Todos estão conscientes de que a ação do homem contra a natureza tem sido a causa principal de tantos desequilíbrios naturais, porém muitos não querem discutir sobre o assunto, nem tentam mudar as atitudes, enquanto outros "fingem" não enxergar, preferem deixar pra resolver "outro dia"... enfim...
Mas , às voltas com a crise climática e cheios de energia para mudar esse cenário, não é raro os ambientalistas serem apelidados de eco-chatos.
Há pouco tempo atrás li um artigo sobre um texto de uma bióloga (não lembro agora o nome) em resposta àqueles que se incomodam com os ativistas ambientais. E como ativista ambiental vejo aqui um momento oportuno para enfatizar o mesmo texto, fazendo das palavras dela, as minhas:
"-Sou uma “Eco-chata”, termo que considero pejorativo e desrespeitoso com quem realmente se preocupa com, nem digo mais o futuro do mundo, mas sim a atual crise socioambiental que vivemos.
As mudanças climáticas são conseqüência do nosso atual modelo de produção, desenvolvimento e consumo, que é egoísta, desperdiçando muito, economizando pouco, valorizando o “novo” e a “última geração”, é imediatista e cobrando atitudes das pessoas erradas.
Os “Eco-chatos” estão por aí, lutando por todo o mundo, porque as mudanças climáticas não são exclusividade do Brasil. Os “Eco-chatos” estão lutando por um mundo melhor, mais justo, que valorize a natureza, a simplicidade e o ser humano.
Hoje estou na internete; amanhã talvez estarei numa escola dando palestras para os jovens que, no futuro, estarão fazendo escolhas; depois estarei nas ruas mobilizando a população a cobrar dos políticos atitudes mais corretas, que valorizem a vida, a igualdade e justiça socioambiental; em seguida estarei numa praia num dia de muito sol trabalhando voluntariamente tentando conscientizar as pessoas a respeitar o planeta; e no meio de tudo isso estarei contribuindo para o bem do planeta, que, além de me trazer enriquecimento pessoal, espero também que possa contribuir para uma real mudança na sociedade.
Então como você pode ver, estamos por aí, atolados de coisas para fazer, por que são muitas e somos poucos nessa luta.
Mas espero que em breve sejamos maiores em números e assim possamos ser, finalmente, ouvidos e seguidos. E, quem sabe, reverter o quadro atual.
A luta é grande e árdua!
Sinta-se você bem vindo a lutar com a gente também!"

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Livro para conscientizar as crianças sobre meio ambiente

Livro “Almanaque Ecológico do Lucas”: um jeito divertido de conscientizar as crianças sobre meio ambiente

O “Almanaque Ecológico do Lucas” visa promover uma reflexão sobre a preservação do meio ambiente junto às crianças. O livro chama a atenção da sustentabilidade de nosso planeta de uma maneira divertida e interessante.
Apresentado pelo personagem Lucas, o duende ecológico, o almanaque apresenta textos com uma linguagem simples e didática, ilustrações e passatempos que incentivam práticas que conscientizam sobre a importância da preservação ambiental. O Almanaque Ecológico do Lucas é destinado para professores, alunos e escolas de todo o Brasil.
Com o objetivo de dar suporte aos professores que buscam conteúdo e atividades de apoio à educação ambiental, a iniciativa da criação do almanaque foi desenvolvida pelo cartunista Léo Valença que em 2010, organizou um livro de coletânea intitulado “Aquecimento Global em cartuns” que reuniu cartunistas de vários cantos do país na publicação.
Capa_Almanaque_Ecologico
A poluição dos rios e mares, a destruição das florestas ou o desmatamento em geral, o problema do lixo nas grandes cidades, e bairros, o avanço tecnológico versus preservação da natureza, entre outros problemas ambientais são colocados ao leitor, de maneira a conscientizá-lo da necessidade de ver o que se passa ao seu redor e de agir de maneira a não contribuir para o aprofundamento dos problemas ali denunciados (ou a tentar minimizá-los).
O “Almanaque Ecológico do Lucas” visa contribuir ainda mais com a disseminação de valores fundamentais para construção de um mundo mais sustentável entre o público infantil de forma lúdica e descontraída.
O livro pode ser comprado pelo site da editora PoD – Print On Demand ou seja, você encomenda seu livro e só depois disso ele é impresso. Com isso, nada de estoques parados nem de desperdício de papel. Dessa forma, a impressão sob demanda usa os recursos naturais de forma racional e inteligente, contribuindo para garantir a médio e longo prazo um planeta melhor.
Acesse o link abaixo:

7 dicas simples para ajudar o planeta hoje mesmo!!!

Sustentabilidade, ecologia, meio ambiente… palavras muito bonitas que adoramos dizer, sugerir aos outros o que fazer, mas e nós mesmos, no dia a dia, em casa ou no trabalho, o que podemos mudar para contribuir por um mundo melhor?
Cada pequena atitude conta, e se analisar de verdade, verá que todas podem ser repensadas, desde o café da manhã até a escolha do meio de transporte. Reunimos algumas dicas simples para você começar:
Temperatura 
Procure controlar a temperatura do ambiente evitando o uso de condicionadores de ar ou mesmo ventiladores. Fechar ou abrir uma cortina, abrir janelas e portas para melhorar a circulação de ar (ou fechar nos dias frios), e mesmo a escolha adequada da roupa pode ajudar – nada de blusa de frio com o ar condicionado definido para 17°C!
Transporte 
Dê preferência pelo transporte público, não é tão difícil assim, principalmente para trajetos repetitivos como casa-trabalho-casa. Basta saber o horário e local e se planejar. A emissão de poluentes por pessoa de um ônibus é muitas vezes menor que a de um carro só para te levar, além de reduzir o trânsito nas ruas. Ah, bicicleta e caminhada também são boas alternativas, além de bastante saudáveis.
Reciclagem 
Se sua casa tiver coleta, preferencialmente separe os recicláveis em caixas diferentes por tipo escrevendo nelas a categoria (plástico, papel, vidro, metal…). Se não for possível, coloque numa caixa só ou saco plástico, mas tente separar os tipos em sacolas menores dentro dela. Se a coleta seletiva não passa por aí, procure o ponto de colega mais próximo (muitos supermercados tem os cestos coloridos) para descartar adequadamente.
Energia 
Os eletrônicos consomem bastante energia então procure mantê-los desligado quando não estiver usando, por exemplo ao sair do quarto, mesmo que por um tempo curto, desligue a TV e a luz, coloque o computador em modo de suspensão/dormir ou mesmo na função hibernar. E se não for usar por várias horas ou dias, tire da tomada pois mesmo desligados eles podem consumir energia.
Água 
A água pode cobrir 71% da superfície da Terra mas só 2,8% não está nos Oceanos e da água potável 90% está no gelo Antártico então nada de desperdiçar, isso é bem sério. Procure identificar vazamentos na casa ou torneiras pingando e resolver o mais rápido possível, e ao escovar os dentes mantenha a água desligada. No banho, enquanto se esfrega tente fazer o mesmo.
Lâmpadas 
Por mais que as antigas lâmpadas incandescentes tenha sido substituídas pelas fluorescentes, elas ainda gastam energia e não é pouco. Tente aproveitar melhor a luz natural com cortinas abertas, por exemplo, e desligar as lâmpadas sempre que possível (durante o dia a diferença é tão pouca que muitas vezes ligamos apenas por costume, faça o teste).
Geladeira 
Abrir a geladeira e ficar pensando na vida só é legal se você produzir sua própria energia, e, bem, duvido que seja o caso, então antes de abrir saiba o que vai pegar e se possível em que posição estará para manter a porta aberta o menor tempo possível – a perda de temperatura acontece rapidamente e a geladeira precisará de energia para voltar ao frio de antes.
E você, tem mais sugestões de atitudes simples que ajudam o planeta? Diga pra gente nos comentários!

Fonte: http://eco4planet.com/blog/2013/06/7-dicas-simples-para-ajudar-o-planeta-hoje-mesmo/

domingo, 14 de outubro de 2012


Você se sente alinhado com o Programa Cidades Sustentáveis? Então una-se a nós!

Apoiando essa iniciativa você confirma a sua participação numa rede que trabalha por um modelo de desenvolvimento urbano que visa à sustentabilidade. Qualquer pessoa física ou jurídica pode apoiar o Programa Cidades Sustentáveis preenchendo o cadastro abaixo.

OBS: os dados publicados no site serão, apenas, aqueles inseridos nos campos “Nome” e “Local”.
Por favor, preencha os campos abaixo

Desejo receber informações e o boletim de notícias do Programa Cidades Sustentáveis

Carta Compromisso : Cidades Sustentáveis

Carta Compromisso

Ao assinar a Carta Compromisso, os(as) pré-candidatos(as) ao cargo de prefeito(a) estarão de acordo com as ferramentas propostas pelo Programa Cidades Sustentáveis. Se eleitos(as), deverão estar dispostos(as) a incorporar a sustentabilidade de forma transversal às políticas públicas da cidade, sempre procurando promover a participação da sociedade civil. Além disso, também deverão prestar contas das ações desenvolvidas e dos avanços alcançados por meio de relatórios, revelando a evolução dos indicadores básicos relacionados a cada eixo.
Os(as) pré-candidatos(as) signatários(as) da carta receberão um selo de participação do programa, o qual será enviado pela equipe do Programa Cidades Sustentáveis.

Veja o balanço das atividades do Programa Cidades Sustentáveis

ASSINE A CARTA-COMPROMISSO

 

Boas práticas

Para formar o banco de dados, foi desenvolvida uma extensa pesquisa, da qual foram extraídas práticas que produziram resultados concretos na busca da sustentabilidade urbana. Confira as boas práticas utilizando o filtro abaixo.

Filtro

 

Programa CIDADES SUSTENTÁVEIS

Programa Cidades Sustentáveis


Veja o balanço das atividades do Programa Cidades Sustentáveis

Uma grande rede de organizações da sociedade civil está aproveitando as eleições municipais de 2012 para colocar a sustentabilidade na agenda da sociedade, dos partidos políticos e dos candidatos. Neste sentido foi lançado o Programa Cidades Sustentáveis que oferece aos candidatos uma agenda completa de sustentabilidade urbana, um conjunto de indicadores associados a esta agenda, enriquecida por casos exemplares nacionais e internacionais como referências a serem perseguidas pelos gestores públicos municipais. O programa é complementado por uma campanha que tenta sensibilizar os eleitores a escolher a sustentabilidade como critério de voto e os candidatos a adotar a agenda da sustentabilidade.
O Programa Cidades Sustentáveis tem o objetivo de sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável. São grandes os desafios e, para sermos exitosos em ações que contribuam com a sustentabilidade, será necessário o envolvimento de cidadãos, organizações sociais, empresas e governos.
Para isso, o Programa Cidades Sustentáveis oferece:

I – Ferramentas
- Plataforma Cidades Sustentáveis, uma agenda para a sustentabilidade das cidades que aborda as diferentes áreas da gestão publica, em 12 eixos temáticos, e incorpora de maneira integrada as dimensões social, ambiental, econômica, política e cultural;
- Indicadores gerais associados aos eixos da plataforma;
- Indicadores básicos que farão parte dos compromissos de candidatos(as) e prefeitos(as);
- Casos exemplares e referências nacionais e internacionais de excelência para a melhora integrada dos indicadores das cidades.

II – Mobilização
- Campanha para os(as) candidatos(as) adotarem a Plataforma e assumirem compromissos com o Programa;
- Campanha para eleitores valorizarem os(as) candidatos(as) comprometidos com o Programa Cidades Sustentáveis.

III – Compromissos
- Os(as) candidatos(as) a cargos executivos podem confirmar seu engajamento com o desenvolvimento sustentável assinando a Carta Compromisso. Com isso, os signatários eleitos deverão estar dispostos a promover a Plataforma Cidades Sustentáveis em suas cidades e a prestar contas das ações desenvolvidas e dos avanços alcançados por meio de relatórios, revelando a evolução dos indicadores básicos relacionados a cada eixo.

IV – Benefícios para as Cidades Participantes
- As cidades participantes ganharão visibilidade em materiais de divulgação e na mídia, terão acesso a informações estratégicas e trocarão experiências com outras cidades, além de fazerem parte de um movimento inédito no Brasil que representa um passo a mais no processo de construção de cidades mais justas, democráticas e sustentáveis.