Se você já sabe da necessidade de protegermos o meio ambiente para a qualidade de vida de todos no futuro, então ajude-nos a mobilizar mais e mais defensores da natureza!
Como fazer isso? Como começar? Basta escolher uma das formas abaixo!
Olá amigos...
Sei muito bem que esse assunto de "proteger o meio ambiente" incomoda muita gente.
Todos estão conscientes de que a ação do homem contra a natureza tem sido a causa principal de tantos desequilíbrios naturais, porém muitos não querem discutir sobre o assunto, nem tentam mudar as atitudes, enquanto outros "fingem" não enxergar, preferem deixar pra resolver "outro dia"... enfim...
Mas , às voltas com a crise climática e cheios de energia para mudar esse cenário, não é raro os ambientalistas serem apelidados de eco-chatos.
Há pouco tempo atrás li um artigo sobre um texto de uma bióloga (não lembro agora o nome) em resposta àqueles que se incomodam com os ativistas ambientais. E como ativista ambiental vejo aqui um momento oportuno para enfatizar o mesmo texto, fazendo das palavras dela, as minhas:
"-Sou uma “Eco-chata”, termo que considero pejorativo e desrespeitoso com quem realmente se preocupa com, nem digo mais o futuro do mundo, mas sim a atual crise socioambiental que vivemos.
As mudanças climáticas são conseqüência do nosso atual modelo de produção, desenvolvimento e consumo, que é egoísta, desperdiçando muito, economizando pouco, valorizando o “novo” e a “última geração”, é imediatista e cobrando atitudes das pessoas erradas.
Os “Eco-chatos” estão por aí, lutando por todo o mundo, porque as mudanças climáticas não são exclusividade do Brasil. Os “Eco-chatos” estão lutando por um mundo melhor, mais justo, que valorize a natureza, a simplicidade e o ser humano.
Hoje estou na internete; amanhã talvez estarei numa escola dando palestras para os jovens que, no futuro, estarão fazendo escolhas; depois estarei nas ruas mobilizando a população a cobrar dos políticos atitudes mais corretas, que valorizem a vida, a igualdade e justiça socioambiental; em seguida estarei numa praia num dia de muito sol trabalhando voluntariamente tentando conscientizar as pessoas a respeitar o planeta; e no meio de tudo isso estarei contribuindo para o bem do planeta, que, além de me trazer enriquecimento pessoal, espero também que possa contribuir para uma real mudança na sociedade.
Então como você pode ver, estamos por aí, atolados de coisas para fazer, por que são muitas e somos poucos nessa luta.
Mas espero que em breve sejamos maiores em números e assim possamos ser, finalmente, ouvidos e seguidos. E, quem sabe, reverter o quadro atual.
A luta é grande e árdua!
Sinta-se você bem vindo a lutar com a gente também!"
Todos estão conscientes de que a ação do homem contra a natureza tem sido a causa principal de tantos desequilíbrios naturais, porém muitos não querem discutir sobre o assunto, nem tentam mudar as atitudes, enquanto outros "fingem" não enxergar, preferem deixar pra resolver "outro dia"... enfim...
Mas , às voltas com a crise climática e cheios de energia para mudar esse cenário, não é raro os ambientalistas serem apelidados de eco-chatos.
Há pouco tempo atrás li um artigo sobre um texto de uma bióloga (não lembro agora o nome) em resposta àqueles que se incomodam com os ativistas ambientais. E como ativista ambiental vejo aqui um momento oportuno para enfatizar o mesmo texto, fazendo das palavras dela, as minhas:
"-Sou uma “Eco-chata”, termo que considero pejorativo e desrespeitoso com quem realmente se preocupa com, nem digo mais o futuro do mundo, mas sim a atual crise socioambiental que vivemos.
As mudanças climáticas são conseqüência do nosso atual modelo de produção, desenvolvimento e consumo, que é egoísta, desperdiçando muito, economizando pouco, valorizando o “novo” e a “última geração”, é imediatista e cobrando atitudes das pessoas erradas.
Os “Eco-chatos” estão por aí, lutando por todo o mundo, porque as mudanças climáticas não são exclusividade do Brasil. Os “Eco-chatos” estão lutando por um mundo melhor, mais justo, que valorize a natureza, a simplicidade e o ser humano.
Hoje estou na internete; amanhã talvez estarei numa escola dando palestras para os jovens que, no futuro, estarão fazendo escolhas; depois estarei nas ruas mobilizando a população a cobrar dos políticos atitudes mais corretas, que valorizem a vida, a igualdade e justiça socioambiental; em seguida estarei numa praia num dia de muito sol trabalhando voluntariamente tentando conscientizar as pessoas a respeitar o planeta; e no meio de tudo isso estarei contribuindo para o bem do planeta, que, além de me trazer enriquecimento pessoal, espero também que possa contribuir para uma real mudança na sociedade.
Então como você pode ver, estamos por aí, atolados de coisas para fazer, por que são muitas e somos poucos nessa luta.
Mas espero que em breve sejamos maiores em números e assim possamos ser, finalmente, ouvidos e seguidos. E, quem sabe, reverter o quadro atual.
A luta é grande e árdua!
Sinta-se você bem vindo a lutar com a gente também!"
sábado, 12 de maio de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Agricultura Sustentável
Agricultura Sustentável
| Foto captada nas hortas da Quinta das Musas da Fontinha, Porto, em Julho de 2011 |
Agricultura, Hortas e Produtos Biológicos
Sites e portais
AGROBIO - Associação Portuguesa de Agricultura Biológica
Biosite.com (Cooperativa para a Agricultura biológica e Educação Ambiental )
GRAU - Grupo de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Urbana
PORTAU - Portal da Agricultura Urbana e Peri-urbana
Portal da Permacultura (recursos-downloads)
PROVE - promover e vender
TerraSolta - Movimento de Sociedade Alternativa (Porto)
Blogues
A Horta Encantada (Luisa)
Agricabaz
Agricultura Alternativa (Brasil)
Bio Horta (Agricultura Biológica)
Cantinho das Aromáticas (Luís Alves, Porto)
Cidade das Hortas
Cultivar Biodiversidade e Permacultura
Cultivo Orgânico de Hortaliças (Brasil)
Da Semente à Árvore ( (Sílvia Floresta, Sintra)
Estágio Sítio dos Herdeiros (Alexandre e Alana, Brasil)
Jardim com Gatos (Gintoino, Loulé)
Novos Rurais - Da Cidade para o Campo
O Cantinho Verde
O Fojo - Permacultura em acção (Maurício Umman)
Trumbuctu - Diário de uma Horta
Artigos:
365 coisas que posso fazer... - Ter uma Horta na Varanda
Agricabaz - Hortas urbanas - video e conselhos para construir uma na varanda
Da semente à Árvore - Agricultura Biológica / Permacultura
Da semente à Árvore - Permacultura na Cidade
Estágio Sitio dos Herdeiros - Agricultura Biodinâmica
Sustentabilidade é Acção, sobre a Agricultura em Portugal - Depois de Semear Ventos
Hortas Urbanas e Comunitárias :
Hortas de Cascais
LIPOR - Horta à Porta (Área Metropolitana do Porto) -
LIPOR - "Tratamento anti-stress à base de pimentos frescos"
Planeta Orgânico - Guia da Horta Orgânica (atenção às épocas de sementeira e plantio, pois é para o Brasil)
Uma Horta em Casa (UFMS- Brasil)
Vídeos:
Hortas Urbanas no Biosfera - vídeo: o problema dos solos contaminados
Quinta das Musas da Fontinha, Porto (2011) - vídeo extraído do Biosfera
Hortas Urbanas - vídeo Terra Alerta (Julho 2007):
Livros
As Bases da Agricultura Biológica, Jorge Ferreira
Manuais on-line
Mãos à Horta - Guia (sapo)
Manual de horta orgânica doméstica, Permacoletivo - Brasil (na orientação solar, em Portugal, trocar norte com sul e vice-versa)
Manual de Horticultura no Modo de Produção Biológico, Isabel Mourão e outros (e-book, download gratuito)
Sites e portais
AGROBIO - Associação Portuguesa de Agricultura Biológica
Biosite.com (Cooperativa para a Agricultura biológica e Educação Ambiental )
GRAU - Grupo de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Urbana
PORTAU - Portal da Agricultura Urbana e Peri-urbana
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TerraSolta - Movimento de Sociedade Alternativa (Porto)
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Cantinho das Aromáticas (Luís Alves, Porto)
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Da Semente à Árvore ( (Sílvia Floresta, Sintra)
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Jardim com Gatos (Gintoino, Loulé)
Novos Rurais - Da Cidade para o Campo
O Cantinho Verde
O Fojo - Permacultura em acção (Maurício Umman)
Trumbuctu - Diário de uma Horta
Artigos:
365 coisas que posso fazer... - Ter uma Horta na Varanda
Agricabaz - Hortas urbanas - video e conselhos para construir uma na varanda
Da semente à Árvore - Agricultura Biológica / Permacultura
Da semente à Árvore - Permacultura na Cidade
Estágio Sitio dos Herdeiros - Agricultura Biodinâmica
Sustentabilidade é Acção, sobre a Agricultura em Portugal - Depois de Semear Ventos
Hortas Urbanas e Comunitárias :
Hortas de Cascais
LIPOR - Horta à Porta (Área Metropolitana do Porto) -
LIPOR - "Tratamento anti-stress à base de pimentos frescos"
Planeta Orgânico - Guia da Horta Orgânica (atenção às épocas de sementeira e plantio, pois é para o Brasil)
Uma Horta em Casa (UFMS- Brasil)
Vídeos:
Hortas Urbanas no Biosfera - vídeo: o problema dos solos contaminados
Quinta das Musas da Fontinha, Porto (2011) - vídeo extraído do Biosfera
Hortas Urbanas - vídeo Terra Alerta (Julho 2007):
Livros
As Bases da Agricultura Biológica, Jorge Ferreira
Manuais on-line
Mãos à Horta - Guia (sapo)
Manual de horta orgânica doméstica, Permacoletivo - Brasil (na orientação solar, em Portugal, trocar norte com sul e vice-versa)
Manual de Horticultura no Modo de Produção Biológico, Isabel Mourão e outros (e-book, download gratuito)
ConsociaçõesConsorciação de Culturas (Cultivo Orgânico de Hortaliças, Brasil)
Consorciação de culturas (Jornal Vanguarda, Brasil)
Tabela de Consociações (Mãos à Horta)
Consociações entre plantas hortícolas (Nabos do Norte)
Consociações com aromáticas (Cantinho das Aromáticas)
Consorciação de pimentão com repolho, rúcula, alface e rabanete (Bráulio Luciano A. Rezende e outros)
Calendários (Portugal)
Calendário Hortícola Portugal - o que semear e plantar em cada mês (resumo)
Calendário Agrícola - Almanaque 1996
Calendário Agrícola - Folclore online
Calendário Agrícola Portugal (por Luís Coentro, grupo Hortas na Varanda)
Calendário Cidade das Hortas
Calendário Guarda.pt.Agroflorestal
Produtores Biológicos
Quinta de Segade (Penafiel)
Produtos Biológicos (comércio)
Biobrassica (Braga)
Biocoop (Área Metropolitana de Lisboa)
Brio, Supermercado Biológico (Lisboa)
Casa da Horta (Porto)
Cultivar Biodiversidades - Loja (Lisboa)
PROVE - Promover e Vender! (vários pontos do país)
Quintinha (Grande Porto, Grande Lisboa, loja em Gaia)
Raízes (Grande Porto)
Verduras Campestres (Grande Porto)
Hortas com ajuda:
Cidade das Hortas
Consorciação de culturas (Jornal Vanguarda, Brasil)
Tabela de Consociações (Mãos à Horta)
Consociações entre plantas hortícolas (Nabos do Norte)
Consociações com aromáticas (Cantinho das Aromáticas)
Consorciação de pimentão com repolho, rúcula, alface e rabanete (Bráulio Luciano A. Rezende e outros)
Calendários (Portugal)
Calendário Hortícola Portugal - o que semear e plantar em cada mês (resumo)
Calendário Agrícola - Almanaque 1996
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Quintinha (Grande Porto, Grande Lisboa, loja em Gaia)
Raízes (Grande Porto)
Verduras Campestres (Grande Porto)
Hortas com ajuda:
Cidade das Hortas
Página criada em 11/06/2011, republicada em 17/02/2012
Água - poupe água
Água - Poupe também fora de casa
Lave o carro no máximo uma vez por mês, com um balde, para ensaboar e enxaguar. Com uma mangueira gasta 600 litros de água.
Regue as plantas de manhã cedo ou ao cair da noite. Nessa altura, a evaporação de água causada pelo Sol é menor, pelo que poupará este recurso. Se usar mangueira, coloque pistola de rega na ponta.
Se detectar uma fuga de água num espaço público, contacte imediatamente a entidade competente.
Cartilhas Ambientais
Cartilhas
Cartilha "Meio ambiente, mudanças climáticas e pobreza”
Apresenta alguns conceitos e informações relacionados ao tema meio ambiente, mudanças climáticas e pobreza, oferecendo elementos para a participação na Jornada e incentivando a reflexão, a mobilização social e a participação cidadã.
Cartilha "Terra e Alimentos”
Apresentada informações sobre o tema e sugestões de atividades como apoio a 1ª tarefa.
Cartilha "Água"
Apresentada informações sobre o tema e sugestões de atividades como apoio a 2ª tarefa.
Cartilha "Consumo Sustentável, Redução de Resíduos e Reciclagem”
Apresentada informações sobre o tema e sugestões de atividades como apoio a 3ª tarefa.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Porque devemos plantar árvores?
Reflorestamento - Por quê devemos plantar árvores?
Uma árvore adulta absorve do solo até 250 litros de água por dia.Juntamente com água absorvida, muitos nutrientes de matérias orgânicas (fezes animais) são absorvidos pelas raízes e transformados através da fotossíntese, em alimento para toda a planta. Por sua vez, folhas, frutos, madeira e raízes servirão de alimento para diversos seres vivos.

Os animais habitantes das árvores, irão defecar o que comeram, as folhas e frutos que não serviram de alimento caem ao solo. Folhas, frutos e fezes de volta ao solo, e todo o ciclo recomeça.
A camada de folhas que se formam abaixo das árvores, servem de berço para as sementes, também protegem o solo dos pingos da chuva. A chuva que cai diretamente no solo é causadora de erosão.
- Como as árvores equilibram o clima:
A erosão do solo pode ser prejudicial em vários casos:
- Em rios:
- Para o Solo:
- Para os animais:
- Para os lençóis freáticos:
- Erosão:
Fonte:
Adubação Verde
Adubação Verde
Os benefícios das plantas que melhoram o solo: elas adicionam nutrientes, protegem da erosão e reduzem a compactação.
O milho foi plantado pelo benefício que pode trazer à terra: ele produz grande quantidade de massa verde, que pode ser incorporada, enriquecendo o terreno.
Já o feijão-de-porco não só acrescenta matéria orgânica com sua massa. Suas raízes trabalham no subterrâneo, reduzindo a compactação do solo.
Crotalária e feijão-de-porco são nomes ainda pouco familiares para muitos agricultores brasileiros. Assim como o labe-labe, a mucuna anã, a ervilhaca, a aveia preta e as muitas outras integrantes da relação de plantas que são úteis menos pelas colheitas que dão do que pelo trabalho que executam no solo, melhorando-o. Conhecidas como adubos verdes, elas vêm tendo seus benefícios estudados há muito tempo, séculos atrás, em todo o mundo.
Na maior parte, são da família das leguminosas, que têm em comum a virtude de retirar o nitrogênio do ambiente, através da ação de uma bactéria, o rizóbio, capaz de fixar esse elemento em nódulos formados na raiz da planta. Mas o elenco das plantas melhoradoras do solo não se restringe a uma família. Cabem nele gramíneas, como a aveia preta e o azevém, crucíferas, como o nabo forrageiro, e ainda outras. As raízes de plantas como o guandu e o feijão-de-porco fazem uma eficiente guerra subterrânea contra a compactação do solo.
Em apenas três meses, a raiz do guandu chega a 3 metros de profundidade, rompendo no caminho as camadas compactadas, afirma Miyasaka.
Quando a planta morre, os furos abertos pelas raízes tornam-se poros para levar oxigênio a camadas mais profundas. A massa verde das plantas, deixada no solo como cobertura morta ou incorporada, ajuda a manter a umidade e a amenizar a temperatura do solo.
A relação dos benefícios dos adubos verdes vai mais longe.
Seu cultivo mantém no solo, em torno de suas raízes, uma população numerosa de microorganismos ativíssimos na busca de alimentos, o que acaba contribuindo para a assimilação de nutrientes pela planta.
Algumas espécies, como a mucuna anã, a ervilha forrageira e a crotalária, se destacam pela rapidez com que crescem e dominam o terreno, impedindo o florescimento de ervas invasoras.
Outras combatem a infestação de plantas daninhas com suas propriedades alelopáticas, exercendo uma espécie de inibição química sobre o avanço de invasoras.
O feijão-de-porco e a mucuna, por exemplo, afastam o perigo da tiririca, e onde há o azevém não cresce a guanxuma.
Já o guandu tem uma qualidade valiosa: ele libera ácidos piscídicos, capazes de tornar solúvel, e aproveitável pelas plantas, o fósforo existente no solo que, em condições normais, as raízes não conseguem absorver.
Além desses benefícios para a terra, quase todos os adubos verdes podem ser usados na alimentação de animais, bovinos principalmente.
Os que conhecem as virtudes dessas plantas usam geralmente o inverno, quando há menos alternativas de exploração de lavouras comerciais, para semeá-Ias.
“Em vez de deixar a terra desocupada no inverno, é muito melhor deixar a natureza fazer seu bom trabalho”, afirma Miyasaka.
Há oito anos, Fernando Torre, produtor de hortaliças em Ibiúna, no cinturão verde de São Paulo, reserva a cada inverno uma área entre os canteiros de verduras para a adubação verde. Por anos seguidos plantou a aveia preta, que neste inverno substituiu pela ervilhaca.
Extremamente atento à qualidade do solo, notou, com o passar do tempo, a diferença entre a área onde fazia a rotação de culturas e plantava a aveia e outra, arrendada, ocupada ininterruptamente pelas verduras.
“Onde houve a incorporação da aveia passei a usar menos água na irrigação e a gastar cerca da metade do adubo aplicado na outra área”, afirma.
Ervilhaca e aveia preta, adubos verdes muito utilizados no inverno no Sul do país, não agüentam, porém, as temperaturas altas de regiões como o interior de São Paulo, os cerrados mineiro e goiano.
Onde o inverno é quente é preciso recorrer a outras plantas, apropriadas para o clima tropical.
Uma boa solução para utilizá-Ias, segundo Miyasaka, é plantá-Ias quase no fim do verão, no meio da cultura comercial, principalmente se for o milho.
A mucuna preta, o labe-labe e o guandu, por exemplo, podem ser plantados em fevereiro, quando o milharal está em fase de florescimento.
As plantas crescem devagar até a colheita do milho, e depois ocupam o terreno.
Já estarão com raízes desenvolvidas em junho, quando as chuvas começam a escassear, e poderão manter o solo coberto por todo o inverno até o novo plantio.
A adubação verde, porém, não é uma exclusividade do inverno.
Como no verão o produtor dificilmente abre mão de ocupar toda sua área com as culturas comerciais, a solução pode ser a consorciação.
Entre as leguminosas de clima tropical existem algumas apropriadas para o plantio em conjunto com outras lavouras.
A mucuna anã e o feijão-de-porco, por exemplo, podem ser plantados em outubro, nas entrelinhas do milharal, e desenvolver-se sem prejudicar a cultura comercial.
A mucuna anã, que tem um crescimento menos agressivo que as espécies cinza e preta, se dá b m na companhia de culturas variadas, seja o milho, verduras como alface e repolho e outros hortigranjeiros como o tomate, e culturas perenes.
Para todas é uma companheira exemplar: em vez de fazer concorrência, ajuda a outra a crescer e ainda melhora o terreno para a lavoura que virá depois.
Fonte: http://sitiocurupira.wordpress.com/adubacao-verde/ quinta-feira, 12 de maio de 2011
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e garantirmos qualidade de vida para nós e nossas futuras gerações.
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Afilie-se!
Afilie-se!
É hora de agir!
Essa é a primeira eleição que acontece simultaneamente no mundo inteiro.
No páreo, estão o nosso planeta e o aquecimento global.
Para quem você vai dar seu voto?
Em dezembro, os líderes mundiais irão se reunir, em Copenhague, para decidir como o mundo vai enfrentar as mudanças climáticas.
A escolha deles é simples: o planeta Terra ou o aquecimento global.
Essa é uma oportunidade histórica de nos unirmos
Essa é uma oportunidade histórica de nos unirmos
para pedir uma mudança rumo a um futuro mais sustentável.
Com gestos simples você pode ajudar a mostrar aos chefes de Estado
Com gestos simples você pode ajudar a mostrar aos chefes de Estado
que precisamos de um acordo global de clima justo,
eficiente e capaz de salvar o mundo dos impactos das mudanças climáticas.
Como posso ajudar?
Como posso ajudar?
Ajude a espalhar esta mensagem de alerta
contra o aquecimento global !
Em março deste ano, milhares de pessoas em mais de 88 países apagaram suas luzes e deram seu voto durante a Hora do Planeta.
Faça como eles e mande também o seu recado aos líderes mundiais
Faça como eles e mande também o seu recado aos líderes mundiais
que vão participar da conferência de clima.
Nós queremos mostrar ao mundo
Nós queremos mostrar ao mundo
o quanto estamos preocupados com o aquecimento global.
Veja ao lado como espalhar essa mensagem.
O que queremos?
- Criar um esquema com força de lei, dentro do Protocolo de Quioto e relacionado com um novo protocolo de Copenhague
- Manter o aquecimento global bem abaixo do limiar de 2 °C. Para isso, as emissões globais precisam começar a declinar antes de 2017
- Os países industrializados precisam se comprometer a reduzir suas emissões em 40% até 2020, em comparação aos níveis de 1990
- Os países em desenvolvimento precisam concordar em agir significativamente para que suas emissões fiquem menores em pelo menos 30% que a tendência atual de crescimento em 2020
- Países com florestas tropicais precisam reduzir as emissões por desmatamento em 75% em 2020
- Acordo sobre um sistema de ação imediato para adaptação aos impactos das mudanças climáticas, especialmente para os países mais vulneráveis. Isso inclui financiamento de seguros especiais
- Financiamento público na ordem de 160 bilhões de euros para países em desenvolvimento investirem em adaptação e redução de emissões
- Um mecanismo para fortalecer a cooperação e transferência de tecnologia e incentivo à pesquisa, desenvolvimento e difusão de tecnologias de baixo carbono
- Um novo conjunto institucional no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, permitindo coordenação, apoio e execução das decisões de forma transparente e democrática
- Acordos com base no Protocolo de Quioto para temas específicos, tais como mercados de carbono, florestas e uso do solo
Participe! Você pode fazer muito
O Brasil possui uma das biodiversidades mais ricas do mundo, as maiores reservas de água doce do planeta e mais da metade das florestas tropicais que ainda restam. Estima-se que aqui está uma em cada 10 espécies de plantas ou animais existentes. Mas toda essa riqueza natural está ameaçada e, por isso, a natureza precisa da sua ajuda.Sua colaboração é fundamental para conservarmos o meio ambiente
e garantirmos qualidade de vida para nós e nossas futuras gerações.
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