Um projeto lançado esta semana na cidade de Votorantim (SP) encontrou uma solução para as centenas de milhares de bitucas de cigarro que são jogadas fora diariamente: a coleta e transformação dos restos de cigarros em adubo orgânico. O material recolhido servirá de adubo para plantas em projetos de recuperação ambiental. O trabalho envolve a prefeitura e empresas de reciclagem. O problema das bitucas nas ruas das cidades paulistas aumentou desde que a criação da lei antifumo, em 2009, que proibiu o cigarro em recintos fechados. Como funciona? Coletores de pontas de cigarro, desenvolvidos pela Poiato Recicla, serão colocados em locais estratégicos da cidade, como a entrada de bancos, restaurantes e prédios públicos. A prefeitura fará campanha para incentivar seu uso. O material será recolhido regularmente e encaminhado para outra empresa, a Conspizza, em Uberlândia (MG), responsável pelo processo de compostagem. Após a retirada dos metais pesados e outros componentes agressivos, os restos de cigarro serão misturados a um composto orgânico e resíduos vegetais. Votorantim, que hoje conta com cerca de 120 mil habitantes, vai bancar parte do custo com a coleta e a destinação do material, mas espera fazer parcerias para dividir a despesa. O meio ambiente agradece. De acordo com o sócio da Poiato Recicla, Marcos Poiato, embora pareça inofensiva, a ponta de cigarro traz sérios problemas ambientais. “Está comprovado que 20 bitucas num manancial geram poluição equivalente a de um litro de esgoto”, enfatiza. Os problemas não param por ai: - Pesquisas apontam que os restos de cigarro representam quase um terço do lixo lançado nas ruas e calçadas; - Uma bituca de cigarro leva de um a dois anos para se decompor quando jogada no solo; - O Brasil produz, anualmente, 140 bilhões de cigarros e cada bituca leva, em média, dois anos para se decompor na natureza. (Fonte : http://grupoatomic.blogspot.com/2011)
Olá amigos...
Sei muito bem que esse assunto de "proteger o meio ambiente" incomoda muita gente.
Todos estão conscientes de que a ação do homem contra a natureza tem sido a causa principal de tantos desequilíbrios naturais, porém muitos não querem discutir sobre o assunto, nem tentam mudar as atitudes, enquanto outros "fingem" não enxergar, preferem deixar pra resolver "outro dia"... enfim...
Mas , às voltas com a crise climática e cheios de energia para mudar esse cenário, não é raro os ambientalistas serem apelidados de eco-chatos.
Há pouco tempo atrás li um artigo sobre um texto de uma bióloga (não lembro agora o nome) em resposta àqueles que se incomodam com os ativistas ambientais. E como ativista ambiental vejo aqui um momento oportuno para enfatizar o mesmo texto, fazendo das palavras dela, as minhas:
"-Sou uma “Eco-chata”, termo que considero pejorativo e desrespeitoso com quem realmente se preocupa com, nem digo mais o futuro do mundo, mas sim a atual crise socioambiental que vivemos.
As mudanças climáticas são conseqüência do nosso atual modelo de produção, desenvolvimento e consumo, que é egoísta, desperdiçando muito, economizando pouco, valorizando o “novo” e a “última geração”, é imediatista e cobrando atitudes das pessoas erradas.
Os “Eco-chatos” estão por aí, lutando por todo o mundo, porque as mudanças climáticas não são exclusividade do Brasil. Os “Eco-chatos” estão lutando por um mundo melhor, mais justo, que valorize a natureza, a simplicidade e o ser humano.
Hoje estou na internete; amanhã talvez estarei numa escola dando palestras para os jovens que, no futuro, estarão fazendo escolhas; depois estarei nas ruas mobilizando a população a cobrar dos políticos atitudes mais corretas, que valorizem a vida, a igualdade e justiça socioambiental; em seguida estarei numa praia num dia de muito sol trabalhando voluntariamente tentando conscientizar as pessoas a respeitar o planeta; e no meio de tudo isso estarei contribuindo para o bem do planeta, que, além de me trazer enriquecimento pessoal, espero também que possa contribuir para uma real mudança na sociedade.
Então como você pode ver, estamos por aí, atolados de coisas para fazer, por que são muitas e somos poucos nessa luta.
Mas espero que em breve sejamos maiores em números e assim possamos ser, finalmente, ouvidos e seguidos. E, quem sabe, reverter o quadro atual.
A luta é grande e árdua!
Sinta-se você bem vindo a lutar com a gente também!"
Todos estão conscientes de que a ação do homem contra a natureza tem sido a causa principal de tantos desequilíbrios naturais, porém muitos não querem discutir sobre o assunto, nem tentam mudar as atitudes, enquanto outros "fingem" não enxergar, preferem deixar pra resolver "outro dia"... enfim...
Mas , às voltas com a crise climática e cheios de energia para mudar esse cenário, não é raro os ambientalistas serem apelidados de eco-chatos.
Há pouco tempo atrás li um artigo sobre um texto de uma bióloga (não lembro agora o nome) em resposta àqueles que se incomodam com os ativistas ambientais. E como ativista ambiental vejo aqui um momento oportuno para enfatizar o mesmo texto, fazendo das palavras dela, as minhas:
"-Sou uma “Eco-chata”, termo que considero pejorativo e desrespeitoso com quem realmente se preocupa com, nem digo mais o futuro do mundo, mas sim a atual crise socioambiental que vivemos.
As mudanças climáticas são conseqüência do nosso atual modelo de produção, desenvolvimento e consumo, que é egoísta, desperdiçando muito, economizando pouco, valorizando o “novo” e a “última geração”, é imediatista e cobrando atitudes das pessoas erradas.
Os “Eco-chatos” estão por aí, lutando por todo o mundo, porque as mudanças climáticas não são exclusividade do Brasil. Os “Eco-chatos” estão lutando por um mundo melhor, mais justo, que valorize a natureza, a simplicidade e o ser humano.
Hoje estou na internete; amanhã talvez estarei numa escola dando palestras para os jovens que, no futuro, estarão fazendo escolhas; depois estarei nas ruas mobilizando a população a cobrar dos políticos atitudes mais corretas, que valorizem a vida, a igualdade e justiça socioambiental; em seguida estarei numa praia num dia de muito sol trabalhando voluntariamente tentando conscientizar as pessoas a respeitar o planeta; e no meio de tudo isso estarei contribuindo para o bem do planeta, que, além de me trazer enriquecimento pessoal, espero também que possa contribuir para uma real mudança na sociedade.
Então como você pode ver, estamos por aí, atolados de coisas para fazer, por que são muitas e somos poucos nessa luta.
Mas espero que em breve sejamos maiores em números e assim possamos ser, finalmente, ouvidos e seguidos. E, quem sabe, reverter o quadro atual.
A luta é grande e árdua!
Sinta-se você bem vindo a lutar com a gente também!"
sábado, 2 de abril de 2011
Bitucas de cigarro viram adubo
Um projeto lançado esta semana na cidade de Votorantim (SP) encontrou uma solução para as centenas de milhares de bitucas de cigarro que são jogadas fora diariamente: a coleta e transformação dos restos de cigarros em adubo orgânico. O material recolhido servirá de adubo para plantas em projetos de recuperação ambiental. O trabalho envolve a prefeitura e empresas de reciclagem. O problema das bitucas nas ruas das cidades paulistas aumentou desde que a criação da lei antifumo, em 2009, que proibiu o cigarro em recintos fechados. Como funciona? Coletores de pontas de cigarro, desenvolvidos pela Poiato Recicla, serão colocados em locais estratégicos da cidade, como a entrada de bancos, restaurantes e prédios públicos. A prefeitura fará campanha para incentivar seu uso. O material será recolhido regularmente e encaminhado para outra empresa, a Conspizza, em Uberlândia (MG), responsável pelo processo de compostagem. Após a retirada dos metais pesados e outros componentes agressivos, os restos de cigarro serão misturados a um composto orgânico e resíduos vegetais. Votorantim, que hoje conta com cerca de 120 mil habitantes, vai bancar parte do custo com a coleta e a destinação do material, mas espera fazer parcerias para dividir a despesa. O meio ambiente agradece. De acordo com o sócio da Poiato Recicla, Marcos Poiato, embora pareça inofensiva, a ponta de cigarro traz sérios problemas ambientais. “Está comprovado que 20 bitucas num manancial geram poluição equivalente a de um litro de esgoto”, enfatiza. Os problemas não param por ai: - Pesquisas apontam que os restos de cigarro representam quase um terço do lixo lançado nas ruas e calçadas; - Uma bituca de cigarro leva de um a dois anos para se decompor quando jogada no solo; - O Brasil produz, anualmente, 140 bilhões de cigarros e cada bituca leva, em média, dois anos para se decompor na natureza. (Fonte : http://grupoatomic.blogspot.com/2011)
Greenpeace - Muito mais que ativismo
Qual é o mundo que você deseja que as próximas gerações encontrem? Aliás, será que as próximas gerações terão um mundo para encontrar? O Greenpeace é uma organização sem fins lucrativos. Não aceitam doações de empresas, dos governos ou partidos políticos. Ele é mantido por colaboradores, pessoa física, que pode contribuir mensalmente com algum valor. De acordo com Rosi Ventura, bióloga e coordenadora de voluntários do Greenpeace, todos podem ajudar o meio ambiente, seja jogando o lixo no local correto, economizando água, entre outras pequenas atitudes que se revertem em grandes resultados. Rosi está no Greenpeace há 7 anos, ela divide sua atividade de coordenadora com aulas de biologia e ainda um trabalho em uma empresa. Sua opinião é que a população deve cobrar dos governantes uma posição firme em relação às questões ambientais. Foi através de Rosi que consegui contato com Marcelo Araújo, biólogo, 34 anos, trabalha no parque do Cordeiro, SP e é ativista do Greenpeace há 4 anos. Marcelo conta que o primeiro contato com o ativismo foi através de um amigo de faculdade em uma ação em um shopping paulista, após essa atividade Marcelo seguiu junto ao “Green”. Araújo relata que já ficou embarcado no navio do Greenpeace de dezembro de 2008 a abril de 2009, passando natal, ano novo e o aniversário longe de familiares. Contou que no navio todos ajudam em qualquer tarefa, inclusive ele começou separando o lixo e depois passou a ser “engenheiro” por possuir conhecimentos em eletrônica. Durante o trajeto, o navio vai parando em algumas localidades, podendo a população visitá-lo e conhecer um pouco mais a história do Green. Diz que geralmente para andar em qualquer lugar os ativistas estão em grupos e são discretos quanto suas identificações, medida de segurança para que não sejam reconhecidos e sofram represálias por pessoas que não vêem com bons olhos as atividades em prol do meio ambiente. As ações são sempre bem pensadas e estudadas, tem apoio jurídico e conta ainda com a participação da mídia, ponto importante para a garantia a vida dos ativistas. Marcelo disse que o treinamento de um ativista ocorre em pequenas atividades, para ir sentindo se a pessoa realmente é envolvida e se consegue aguentar a pressão. Relata que sua família sabe de suas atividades, porém não com riquezas de detalhes, pois já houve ocasiões de ser agredido. O biólogo ativista também faz um alerta quanto aos transgênicos, organismos geneticamente modificados: por serem resistentes a agrotóxicos, ou possuírem propriedades inseticidas, o uso contínuo de sementes transgênicas leva à resistência de ervas daninhas e insetos, o que por sua vez leva o agricultor a aumentar a dose de agrotóxicos ano a ano. Ainda os transgênicos representam um alto risco de perda de biodiversidade, tanto pelo aumento no uso de agroquímicos (que tem efeitos sobre a vida no solo e ao redor das lavouras), quanto pela contaminação de sementes naturais por transgênicas. Neste caso, um bom exemplo de alimento importante, que hoje se encontra em ameaça, é o arroz. Marcelo contou que votou em Marina Silva para a presidência do Brasil e que o governo da candidata eleita à presidência, Dilma Roussef será bem difícil para a questão ambiental por não ser o foco dela. Há um bom tempo o Greenpeace também vem alertando as autoridades para a região de Caetité (BA), onde existe o transporte de urânio concentrado (yellow cake), para ser enriquecido e posteriormente virar combustível das usinas nucleares. Ativistas já protestaram várias vezes em frente à mina de urânio operada pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB), pois a região em torno da mina está contaminada devido a vazamentos que a INB não divulgou à população. Moradores da região são os maiores prejudicados, pois solo e água contaminados levam a casos de câncer, problemas nos rins, doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais. O nosso ativista avisa que a mudança para o meio ambiente está na população e que todos devem sempre cobrar medidas para aqueles que estão no poder. (Fonte: http://grupoatomic.blogspot.com/2010/12/reportagem-especial.html)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Prédios e casas VERDES (ecológicos)
Prédios ecológicos melhoram o planeta e também o caixa de sua empresa.
Os chamados prédios verdes são benéficos para o meio ambiente, reduzem os custos e aumentam os lucros das empresas.
A construção é 5% a 10% mais cara que a de um edifício convencional, mas o investimento se paga em dois anos, afirma Nelson Kawakami, diretor-executivo da ONG Green Building Council Brasil.
A diminuição de custos, que é permanente, chega a 50% do consumo de água e a 45% do gasto com energia, segundo a consultoria ambiental Instituto Muda.
“Mesmo pequenas mudanças, como a troca de torneiras e válvulas da descarga, permitem ganhos consideráveis”, diz o sócio da empresa Alexandre Furlan Braz.
1> As placas captam a energia solar, utilizada para o aquecimento da água 2> Os aparelhos de ar condicionado têm certificado de economia de energia emitido pela Eletrobrás em parceria com o Inmetro 3> Claraboias e janelas favorecem a iluminação natural, reduzem o consumo de energia elétrica e melhoram as condições de trabalho. Um exemplo: na empresa americana de biotecnologia Genzyme, nos arredores de Boston, a produtividade dos funcionários aumentou 15% e as ausências por doença caíram 5% após a mudança da sede para um prédio com muitas janelas e teto de vidro 4> Floreiras nas janelas contribuem para reduzir a temperatura do interior do prédio 5> A água da chuva, captada no telhado, é levada pelas calhas a um tanque para armazenagem e depois utilizada para lavar áreas comuns e regar o jardim 6> O consumo de energia elétrica pode cair até 40% com a instalação de sensores de presença para acionar as luzes de locais menos movimentados, como garagens e escadas 7> Os restos de frutas consumidas pelos funcionários, folhas secas e a grama cortada vão para a compostagem, que transforma o lixo em adubo orgânico 8> Vidros especiais, conhecidos como low-e, deixam a luz entrar sem esquentar demais o ambiente 9> Cobrir o telhado e as paredes com plantas ajuda a resfriar o interior do prédio e a economizar com o ar-condicionado.

1> Canecas substituem os copos descartáveis 2> Caixas sob as mesas servem para coleta de papel usado.
Em cada andar há cestos de lixo para reaproveitamento. O material pode ser doado a cooperativas dedicadas à reciclagem.

1> A descarga tem dois dispositivos: um para vazão de seis litros de água, para resíduos sólidos, e outro para três litros, destinado a líquidos 2> A água do chuveiro dos funcionários é reutilizada nas descargas 3> Torneiras de pressão ou acionadas por sensores ajudam a reduzir o consumo de água em até 40%
quinta-feira, 24 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Hora do Planeta 2011
O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo inteiro pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.
Quando?
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30.
Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.
Onde?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.
Em 2011, a mobilização será ainda maior.
Eu faço parte nessa grande mobilização, pois creio que ainda há esperança de salvarmos esse planeta.
Eu faço parte porque quero e espero um mundo melhor para os meus filhos e meus descendentes.
Eu faço parte porque creio que cada um tem por dever e responsabilidade oferecer sua parcela de contribuição por um mundo melhor.
Dê a sua parte. Faça acontecer! Divulgue a ação... incentive outras pessoas a participar... e no dia 26 de março das 20h30 às 21h30 APAGUE AS LUZES onde você estiver.
O que fazer nessa hora?
Simples... posso te oferecer muitas opções:
-Convide seus vizinhos e saiam para a calçada a frente de sua casa. Compartilhe lembranças da infância, compartilhe assuntos alegres... se for uma rua tranqüila, incentive as crianças a brincarem de pega-pega, queimada, resgate o prazer das brincadeiras de rua” que um dia eu, você , todos nós brincamos em infância...
-Faça um chá ou escolha outra bebida de sua vontade e convide alguém a sentar na varanda, compartilhe assuntos agradáveis...
-Se você tem filhos, é a oportunidade de convidar seus filhos a brincar, conversar, contar piadas ou simplesmente abrace seu filho, doe carinho, colo, atenção...
-Se você tem um(a) parceiro(a)... namorado(a), esposo(a) ou alguém que você tem afeto... segure as mãos dessa pessoa e convide-a a passar um momento só de vocês, com carinho, xamego, dê a atenção que você não tem dado por falta de tempo...
-Se você não tem alguém para compartilhar carinho e se encontra sozinho em sua casa, deite-se, dedique um tempo a listar ações que você pode realizar e fazer desse mundo um lugar melhor de se viver... é uma questão de ponderar ações e necessidades... há muito o que se fazer e o tão pouco que você fizer já resultará numa grande diferença.
-Se você faz parte de algum grupo: escoteiros, músicos, dançarinos, atletas, cantores, intercessores de qualquer igreja, enfim... seja qual for o grupo a que você pertence: junte-se ao seu grupo e façam algo... criem e recriem idéias... cantem, pratiquem esporte, louvem, dancem...
Eu, por exemplo, quero reunir o maior número possível de pessoas e cantar... cantar em adoração ao Senhor... pedir perdão por todo dano que nós , humanos, praticamos contra um dos maiores presentes que Ele nos ofertou (a natureza com todas as suas riquezas) e agradecer por cada minuto de vida que Ele ainda nos credita na esperança de mudar o mundo que ainda nos resta.
Peço à Deus que você ao ler esse texto, não ignore a sua importância e que Deus madureça sua consciência a ponto de você agir junto nessa luta a favor do nosso Planeta.
E peço à você que medite sobre a importância de cada nova pessoa agregando-se a essa campanha... junte-se a Campanha e conquiste mais pessoas!
No dia 26 de março, das 20h30 as 21h30.... APAGUE AS LUZES!
Se você resolver aderir a luta (e eu espero que sim!), cadastre seu nome acessando esse link:
http://www.horadoplaneta.org.br/participantes.php?p=aderiu
clique no topo da página em “QUERO PARTICIPAR” e efetue seu cadastro para que sua participação seja somada a contagem oficial.
Deus o abençoe!
Selene
ABAIXO ANGRA III

O mundo inteiro protesta contra energia nuclear.
Aqui no Brasil, sua ação é fundamental para enterrar de vez a construção de Angra III.
Assine nossa petição Pare Angra III.
O sofrimento dos japoneses contrasta com a fúria dos europeus.
Em países como a França e Espanha, organizações locais pediram o fechamento de todas as centrais nucleares mais antigas e manifestações foram organizadas ou anunciadas em diversas cidades.
A preocupação da opinião pública alemã impulsionou a chanceler Angela Merkel a anunciar a suspensão, por três meses, do funcionamento dos sete reatores antigos do país. A presidente Dilma precisa se manifestar sobre um assunto tão grave.
Peça à nossa presidente para interromper a construção de Angra III, assine nossa petição e reforce sua opinião.
Diga à Dilma que você quer que o Brasil reveja seus investimentos em usinas nucleares.
Elas são uma forma de geração cara e insegura. O país não precisa dela.
Temos sol e vento suficientes para suprir nossas necessidades de energia no futuro.
Exija um Brasil mais seguro e limpo.
Divulgue no twitter e facebook, convide seus amigos para assinar também.
Faça parte da (R)evolução Enérgetica do Brasil.
Seu ativismo é importante, sua colaboração também.
É ela que há 40 anos sustenta nossos embates com a indústria de energia nuclear.
Junte-se a nós. Colabore com o Greenpeace.
(Fonte: Greenpeace - texto de Ricardo Baitelo Coordenador da campanha de energia Greenpeace Brasil )
sexta-feira, 4 de março de 2011
Hora do Planeta 2011

No dia 26 de março, das 20h30 às 21h30, será realizada a Hora do Planeta 2011.
Participe desse movimento e mostre que você se preocupa com o meio ambiente!
A Hora do Planeta é um movimento global da Rede WWF que incentiva governos, empresas e a população em geral a apagarem as luzes por 60 minutos para demonstrarem sua preocupação com o aquecimento global.
O movimento começou em 2007, na Austrália, e com o passar dos anos vários países aderiram ao evento.
Em 2010, 98 cidades em 21 estados brasileiros aderiram oficialmente ao movimento.
Vários monumentos importantes tiveram sua iluminação desligada, como o Cristo Redentor no Rio de Janeiro e a Ponte Hercílio Luz em Florianópolis.
Faça você também a sua parte!
Desligue as luzes de sua casa e mostre que você se preocupa com o planeta!
Aguarde informações sobre como participar da Hora do Planeta
Participe desse movimento e mostre que você se preocupa com o meio ambiente!
A Hora do Planeta é um movimento global da Rede WWF que incentiva governos, empresas e a população em geral a apagarem as luzes por 60 minutos para demonstrarem sua preocupação com o aquecimento global.
O movimento começou em 2007, na Austrália, e com o passar dos anos vários países aderiram ao evento.
Em 2010, 98 cidades em 21 estados brasileiros aderiram oficialmente ao movimento.
Vários monumentos importantes tiveram sua iluminação desligada, como o Cristo Redentor no Rio de Janeiro e a Ponte Hercílio Luz em Florianópolis.
Faça você também a sua parte!
Desligue as luzes de sua casa e mostre que você se preocupa com o planeta!
Aguarde informações sobre como participar da Hora do Planeta
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